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Copa Rio
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Claudio Pagodinho e Allan: Artilheiros do

Rio no século, vivem má fase e buscam

clubes para 2018

Desde 2010, juntos, os atacantes passam a marcam de 160 gols só atuando por clubes cariocas. Após viverem o auge da carreira, ambos passam por má fase e estão no mercado para o restante do ano.

 

Postado dia 05/04/2018 ás 12h22 - Por Lucas Santos - (Rio de Janeiro)

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas em pé e atividades ao ar livre

Pagodinho e Allan: Artilheiros estão clubes. (FOTO: Arte Futshow)

 

O Rio de Janeiro conviveu nos últimos anos com dois atacantes, que no modo popular do futebol, ''cheiravam a gol'' nos campeonatos que disputavam. Ambos se destacavam por suas boas atuações e por serem grandes artilheiros nos clubes cariocas.

Eles não desaparecem, apenas vive má fase, como qualquer outro jogador. Estamos falando de Allan Barreto da Silva, o Allan, de 33 anos, e Cláudio Cardoso Barbosa, o Claudio Pagodinho, de 32 anos. 

Mais experientes e cascudos, os atacantes estão sem clubes para o restante do ano e esperam voltar a jogar, para reviver as grandes fases da carreira, marcando gols e batendo recordes. 

Allan atua no futebol carioca desde as categorias de base, mas foi a partir de 2010, que ele deslanchou na carreira. Em 73 jogos pelo América, ele tem 34 gols. É o maior artilheiro do clube no Século XXI.

Já Claudio Pagodinho é ídolo no Ceres, onde tem 46 gols em 83 partidas. Seu maior momento na carreira foi em 2014, onde terminou a temporada como o maior artilheiro do futebol carioca no ano, com 24 gols, jogando pelo Ceres e Boavista. Ele é o jogador com mais gols na história do clube. 

Entres os anos de 2013 e 2015, Alan e Cláudio Pagodinho tem se revezado como goleadores de suas respectivos clubes. Juntos, eles passavam da média de 20 gols por temporada.

Em 2013, Allan foi o artilheiro da Segunda divisão atuando pelo América, com 18 gols. Pelo Ceres, Cláudio terminou em terceiro com 10. No ano da Copa no Brasil, foi a vez de Pagodinho se tornar goleador. Ele marcou 15 vezes pela macaca chita, com Allan ficando em segundo, com 12 pelo Barra da Tijuca. 

Após viver a fase de artilheiro, Pagode foi contratado em 2015 pelo Boavista para ser o camisa 9 da equipe na elite do Estadual. Porém, ele não repetiu as boas atuações, e não marcou gols, em oito partidas que disputou. No mesmo ano, só que na segundona, Allan se tornava artilheiro novamente, agora pela a Portuguesa, com 20 gols marcados.

No ano de 2016, quis o destino que ambos atuasse juntos pela a Lusa Carioca na disputa da Copa Rio. Allan atuou com mais frequência e foi titular em boa parte da competição, com Pagode amargando a reserva. No fim, final feliz para os companheiros que conseguiram o título da competição.

De Janeiro de 2010 a abril de 2018, Allan e Cláudio tem juntos 161 gols marcados em 402 partidas, só por clubes do Rio de Janeiro. A média de 0,7 é boa para a dupla que está no mercado. Allan foi informado pelo América em março, que não terá o contrato renovado para a disputa da Série B1. Já Pagodinho não atua desde novembro, quando deixou o Tigres.

 

(Allan - 33 anos - 218 jogos e 93 gols)

11 jogos - 4 gols - (Olaria)

12 jogos - 0 gols - (Cabofriense)

7 jogos - 2 gols - (Madureira)

16 jogos - 12 gols - (Barra da Tijuca)

87 jogos - 41 gols - (Portuguesa)

73 jogos - 34 gols - (América)

 

(Cláudio Pagodinho - 32 anos - 184 jogos e 68 gols)

11 jogos - 1 gol - (Madureira)

11 jogos - 5 gols - (Mangaratibense)

83 jogos - 46 gols - (Ceres)

7 jogos - 0 gols - (Sampaio Corrêa)

16 jogos - 4 gols - (Portuguesa)

29 jogos - 9 gols - (Boavista)

9 jogos - 0 gols - (Audax)

18 jogos - 4 gols - (Tigres do Brasil)

 

 








Ex-supervisor do Ceres, Misael Souza pode

voltar ao futebol como técnico ou diretor

Afastado do futebol a quase cinco anos e recém diretor de Instituto, profissional de 30 anos recebe sondagens para voltar ao batente.

 

Postado dia 09/12/2017 ás 11h12 - (Rio de Janeiro)

Misael pretende voltar ao futebol a partir de 2018. (FOTO: Divulgação)

 

Longe do dia-dia e da correria do futebol a quase cinco anos, o comprometimento, a ansiedade, o foco e o amor ao futebol não pode ser esquecido para quem doou praticamente quase a vida inteira ao esporte. 

Aos quase 30 anos, Misael Souza ou para os mais íntimos, apenas misa, revela seu amor ao futebol, onde começou cedo, com apenas 16 anos.

Considerado para muitos, um dos melhores jogadores da comunidade onde nasceu (Vila Kennedy), Misa entre peladas e torneios, foi descoberto e levado para disputar a então Campeonato de favelas, hoje nomeado como Taça das Favelas. 

Mesmo sem ter sido campeão na época, seu nome era bem falado entre os dirigentes da competição. Ainda novo, chegou a seleção brasileira sub-17. Participou de vários campeonatos Brasil e nos países sul-americanos. Com passagens por clubes como Vasco, Flamengo, América-MG, Friburguense, Ypiranga-RS e Ceres, seu último clube como jogador.

Um pequeno susto nos exames cardíacos fez o interromper a carreira mais cedo do que o previsto. Ainda no clube que encerrou, Misael começou seus passos na rouparia do Ceres. 

Rapidamente cresceu de patamar e pouco mais de 1 ano, a convite do diretor de futebol Winston Soares, assumiu o cargo de supervisor do clube. Misa ficou na equipe por dois anos (de 2010 a 2012) e quase levou o Ceres a primeira divisão.

Junto com outros profissionais, ele foi um dos que estavam na debandada que o Ceres sofreu nos últimos anos. Assim como ele, saíram o preparador físico Beto Leandro, atualmente no Fujairah (primeira divisão do Emirados Árabes), o médico Oswaldo Gambetta, e o diretor Bráulio Rodrigues, que está no Olaria. A grande perda ficou pelo o falecimento do roupeiro José Ferreira.

Para 2018, times das Séries B1 e B2 e Série C, o sondaram, porém nenhuma proposta concreta realizada. Com parceiras e alguns homens de confiança em mãos, ele mantém contato para um acerto para a próxima temporada. 

Misael é formado em administração, e atualmente é diretor executivo do instituto Flagol, ong presidida e criada pelo o ex-jogador do Flamengo Flávio Barros.